domingo, 25 de janeiro de 2015

Nas asas do vento, criei uma flor

cercada de desejos e aguardei,

obstinado, durante o verão e Outono.
Passada a época das chuvas, liberta

a memória do silêncio das palavras, um

sorriso cúmplice, inebriante, anuncia

discretamente um novo tempo,

táctil e cálido, rodeado de aromas

inesperados.
O fogo dos sentidos, Cibele, necessita,

como o vidro, mil paixões
.

cercada de desejos e aguardei,

obstinado, a Primavera.


Passada a época das chuvas, liberta

a memória do silêncio das palavras, um

sorriso cúmplice, inebriante, anuncia

discretamente um novo tempo,

táctil e cálido, rodeado de aromas

inesperados.


O fogo dos sentidos, Cibele, necessita,

como o vidro, mil paixões.



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Nessa ilha de enredos,
ultimaste teu provir...
declaraste teus segredos
e deixaste de te sentir.

Do teu sol saiu a lua,
da luz a escuridão...
deixaste-te ficar nua
naquela imensidão!...

Ultraje no pensamento
originou queda de anjo,
sem permitir retrocesso.

Saiste de um portento...
deixaste de ouvir o banjo
e acabaste o teu processo!..

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Nessa ilha de enredos,
ultimaste teu provir...
declaraste teus segredos
e deixaste de te sentir.

Do teu sol saiu a lua,
da luz a escuridão...
deixaste-te ficar nua
naquela imensidão!...

Ultraje no pensamento
originou queda de anjo,
sem permitir retrocesso.

Saiste de um portento...
deixaste de ouvir o banjo
e acabaste o teu processo!...

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Nessa ilha de enredos,
ultimaste teu provir...
declaraste teus segredos
e deixaste de te sentir.

Do teu sol saiu a lua,
da luz a escuridão...
deixaste-te ficar nua
naquela imensidão!...

Ultraje no pensamento
originou queda de anjo,
sem permitir retrocesso.

Saiste de um portento...
deixaste de ouvir o banjo
e acabaste o teu processo!...

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