Fui um Alexandre Magno, Xá da Pérsia, Faraó do Egipto e Senhor da Ásia de todas as vezes que marquei um golo nos jogos de futebol que aconteciam no recreio. Fui um Vasco da Gama, almirante-mor, Vice Rei das
Índias, quando dei o meu primeiro beijo. Fui um Fernão Mendes Pinto, peregrino, pequeno Marco Polo, veneziano, sempre que pus pé num comboio. Tudo tem a mesma altura. De que me vale ser imperador de tudo o que é sítio entre Pequim e Constantinopla, se não consigo atar os nós da minha alma?

Sem comentários:
Enviar um comentário