terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

(É irracional sermos conscientes da nossa mortalidade e ainda chorarmos por quem morre. E a evolução da espécie fez-nos racionais. A única resposta que encontro é que talvez não choremos pela morte, mas pela ausência. Pela silhueta de vácuo que fica na nossa existência, a marcar as fronteiras da falta que quem partiu nos faz. E se choramos por isso, então choramos por nós. O luto é um acto egoísta.)

ausêncialuminosadealgoquenaosevêmassente-se

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